Poesia – Dualidade Paradoxal

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Enquanto formos luz seremos manhã

Quando não há luz, persistem sonhos

Na ausência dos sonhos não há amanhã.

Enquanto formos apenas sonhos, seremos noite

Quando finalmente formos sonhos na luz, resplandeceremos

Que sejamos sonhos, que sejamos luz.

Que a noite venha e faça tudo novo ao alvorecer.

E quanto ao amanhã?

Construamos.

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